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Institucional

A casa que o bairro construiu

Somos uma organização da sociedade civil de Goiânia. Desde 2004 levamos cultura, arte, educação e assistência social para crianças, jovens, adultos e idosos da periferia — no mesmo terreno, com a mesma vizinhança.

Foto de capa do acervo de 2004 da Casa de Cultura.

Nossa história

De um terreno de terra batida a vinte anos de acervo

Antes de existir uma casa, existia um terreno. Em 1996, Francisco de Assis Araújo vendeu um veículo e comprou, na periferia de Goiânia, o lote onde hoje funciona a Casa de Cultura. Não havia sala, telhado nem programa: havia a convicção de que o bairro precisava de um lugar próprio para estudar, criar e se encontrar.

Em 10 de novembro de 2004 esse lugar virou instituição. Nascia a Casa de Cultura Antônia Ferreira de Souza, batizada em homenagem à mãe do fundador, nascida em Tauá, no Ceará, em 1929. O nome guarda uma escolha: a casa leva o nome de quem cuidou primeiro.

A consolidação veio com a comunidade. O primeiro evento, em 2005, foi um Dia das Crianças com passeio de carroça e entrega de brinquedos. Depois vieram as oficinas de capoeira, teatro, artes plásticas e hip hop, as turmas de alfabetização de idosos do Rede Vagalume, o PETI e o Projovem Adolescente, as festas juninas, as domingueiras dançantes e as Setembrinas. As parcerias com as secretarias municipais e estaduais deram escala ao trabalho; os moradores do bairro deram permanência.

Vinte anos depois, a Casa continua aberta às mesmas quatro gerações — crianças, jovens, adultos e idosos. O acervo de 2004 a 2024 reunido neste site, em projetos, eventos, memoriais e galerias, é o registro desse trabalho: feito pela comunidade e guardado por ela.

Linha do tempo

Os marcos da instituição

  1. O terreno

    Francisco de Assis Araújo vende um veículo e compra o terreno que viria a ser a sede da Casa de Cultura.

  2. Fundação

    Em 10 de novembro nasce a Casa de Cultura Antônia Ferreira de Souza, batizada em homenagem à mãe do fundador.

  3. O primeiro evento

    Um Dia das Crianças com passeio de carroça e entrega de brinquedos abre a agenda da instituição no bairro.

  4. PETI e Projovem Adolescente

    Entre 2008 e 2012, o atendimento socioeducativo alcança 180 crianças e adolescentes no PETI e 80 jovens no Projovem.

  5. Reinventando as Artes e Ponto de Cultura

    A Lei Municipal de Incentivo à Cultura viabiliza o Reinventando as Artes, e o Buscando Talentos vira Ponto de Cultura.

  6. Pandemia e solidariedade

    Com apoio da Lei Aldir Blanc, a Casa mantém as atividades possíveis e organiza campanhas de solidariedade no bairro.

  7. Vinte anos

    Duas décadas de oficinas, festas, torneios e assistência social — um acervo de fotos e histórias feito pela comunidade.

Princípios

No que acreditamos

  • Missão

    Levar cultura, arte, educação e assistência social para crianças, jovens, adultos e idosos da periferia de Goiânia, tratando cada pessoa atendida como parte da casa.

  • Atuação

    Oficinas de capoeira, teatro, hip hop e artes plásticas, alfabetização, esporte e convivência acontecem na sede, em parceria com escolas, secretarias municipais e moradores do bairro.

  • Nosso lema

    "As suas ações são o espelho de sua alma." A frase acompanha a instituição desde a fundação e resume o critério de tudo o que fazemos.

Impacto

Os números de vinte anos

Todos os números abaixo vêm do arquivo da própria instituição. O que não pôde ser confirmado não está aqui.

anos de atuação
20
De 2004 a 2024, sem interromper o trabalho no bairro.
projetos realizados
12
Educação, esporte, artes e geração de renda.
eventos no acervo
50+
Festas juninas, torneios, oficinas e campanhas desde 2005.
crianças no PETI
180
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, de 2008 a 2012.
jovens no Projovem
80
Projovem Adolescente, para jovens de 15 a 17 anos.

Contato

Fale com a Casa de Cultura

Para matrículas nas oficinas, parcerias, doações ou pedidos de uso do acervo, o caminho mais rápido é o WhatsApp. Também atendemos por telefone e e-mail.

Onde estamos

Goiânia — Goiás

A sede fica no terreno comprado em 1996, onde acontecem as oficinas, as festas e o atendimento à comunidade.